terça-feira, 2 de julho de 2019

Os cavalos mais incríveis e raros que você vai ver na sua vida

A humanidade nunca teria evoluído tão rápido se não fossem os cavalos, nós os usamos pra tudo, de carregar coisas, como meio de transporte, para ajudar em fazendas e até fazer muita grana com corridas e shows.
Confira agora algumas das raças de cavalos mais incríveis e únicas que você vai ver na sua vida.

Gypse Horse, o Cavalo Cigano




Também conhecido como o "sabugo irlandês", o Gypse Horse, ou Cavalo Cigano, é nativo das Ilhas Britânicas, seu nome vem do fato dele ser associado aos ciganos do povo Roma que viajavam na Grã-Bretanha e na Irlanda e usavam esses cavalos para puxar seus vagões.
Embora tenha um visual incrível e diferente de outras raças o Gypse não foi considerado uma raça oficial até 1996. Ele é apreciado por seu cabelo longo e cascos peludos. Ele é forte, calmo, amável e muito esperto.

Frísio, a beleza negra




Esta raça ganhou esse nome por ter sido criada em Friesland nos Países Baixos, na verdade acredita-se que essa seja a única raça originaria do país que ainda existe até hoje, e não se deixe enganar pelo seu porte, o frísio é surpreendentemente ágil e gracioso. 
Durante a Idade Média na Europa, antepassados ​​desta raça nobre estavam em alta demanda como cavalos de guerra por causa de sua capacidade de facilmente transportar cavaleiros em suas armaduras. Mas apesar de sua popularidade naquela época a raça quase desapareceu em mais de uma ocasião, porém nas últimas décadas os frísios vêm crescendo em popularidade novamente.
Sua característica mais notável é seu pelo negro, mas é possível que ele venha em tons mais marrons também. Seus cascos costumam ser mais claros que o resto do corpo.


Bashkir, o mais fofo




Misture um cavalo com um poodle e você vai ter o Bashkir, chamado assim por ser o cavalo do povo bashkir que vive na República do Bascortostão na Rússia.
Criado por sua carne e leite o cavalo é pequeno, com cerca de 1,42 m, ele tem uma cabeça grande com um pescoço curto. A crina e a cauda são grossas e o seu pelo também é grosso e muitas vezes crespo.  
Existem duas versões dessa raça, uma é mais leve, usada para cavalgar e corridas, e a outra é mais pesada, usada para trabalhos em fazendas.

Yakutian, o mais resistente




E falando em cavalos peludos, não podemos deixar de fora o Yakutian, uma raça de cavalo nativa da região da República Siberiana Sakha (ou Yakutia). Ele é único por ser grande comparado com o cavalo mongol básico. 
É conhecido por sua adaptação ao clima extremamente frio de Yakutia, incluindo a capacidade de localizar e pastar em vegetação que está sob a cobertura de neve profunda, ele ainda sobrevive sem abrigo em temperaturas que atingem −70°C, algo quase inacreditável. 
Os cavalos parecem ter evoluído de cavalos domesticados trazidos pelos Yakuts quando migraram para a área a partir do século XIII, e não são descendentes de cavalos selvagens.

Belgian Draft Horse, o mais forte de todos





Esse monstro é o cavalo de tração belga, também conhecido, por motivos óbvios, como cavalo pesado belga, ele é um dos cavalos mais fortes do mundo, chegando a pesar em média 900 kg eles conseguem puxar uma carga de até 7.000 kg quando em duplas. O maior Belga já registrado, o Brooklyn Supreme, pesava 1.451 kg e tinha 1,98 m de altura.
Criado para ser um cavalo de trabalho pesado, ele também é usado por sua carne, exibições e para passeios.

Fjord, a beleza pequena




O Fjord é um cavalo de pequeno porte, mas sua força não deixa nada a desejar contra cavalos maiores. Usado por centenas de anos como um cavalo de fazenda na Noruega eles tem um temperamento muito amigável.
O cavalo também é conhecido por sua crina longa que é normalmente customizada por seus donos. Eles chegam aos 500 kg mas tem apenas 1,50 m de altura, o que faz com que muitos os considerem pôneis e não cavalos.
Acredita-se que o antepassado dessa raça foi domesticado cerca de 4.000 anos atrás pelos noruegueses.

Akhal-Teke, a beleza dourada





Esse é um cavalo que até quem não gosta de cavalos tem de reconhecer sua beleza. Nativo do Turcomenistão ele é na verdade o emblema nacional do país. Sua cor lhe rendeu o apelido de "Cavalo Dourado" e não é pra menos.
Esses cavalos são adaptados para sobreviver a condições climáticas severas e são considerados uma das mais antigas raças de cavalos existentes, com cerca de 3.000 anos de idade. Existem atualmente cerca de 6.600 Akhal-Tekes no mundo, principalmente no Turquemenistão e na Rússia, embora também sejam encontrados em toda a Europa e na América do Norte. 
Akhal era na verdade o nome da linha de oásis ao longo da encosta norte das montanhas Kopet Dag que foi habitada pela tribo Tekke dos turcomanos, daí o seu nome Akhal-Teke.
Embora seja reconhecido por sua cor de ouro na verdade existem tekes de várias cores, de marrom e bege até brancos.

Appaloosa, o cavalo manchado





Misture um cavalo com um dálmata e você terá um Appaloosa, uma raça conhecida por suas manchas que variam de tamanho e podem aparecer em qualquer lugar do cavalo.
Os Nez Perce, um povo nativo da América, são os responsáveis pelo desenvolvimento do primeiro Appaloosa no que é hoje os Estados Unidos. Os colonos originalmente se referiam a esta raça como "cavalo Palouse", provavelmente por causa do rio Palouse. 
A raça quase desapareceu após a guerra Nez Perce em 1877, mas graças a alguns criadores dedicados ela cresceu e se tornou uma das mais populares nos Estados Unidos, tanto que o Appaloosa foi até nomeado o cavalo oficial do estado de Idaho em 1975.

Knabstrupper, o inimitável 





Similarmente nós temos a raça dinamarquesa de nome complicado Knabstrupper que vem nas versão cavalo (com 1,60 m de altura) e pônei (com 1,47 m de altura). Mas a raça ficou conhecida mesmo foi por seu pelo único. 
Seus padrões de pelagem variam de sólido a um "casaco de leopardo", com muitas variantes entre eles. A pelagem manchada é causada por um mecanismo genético chamado Complexo de Leopardo. 
Os padrões de cores pintadas comuns no Knabstrupper são vistos em outras raças, como no Appaloosa, embora as duas raças tenham se desenvolvido independentemente uma da outra. 
A raça era muito popular quando foi criada em 1812, mas ela passou a ser cruzada com outras raças e praticamente despareceu. Até hoje criadores e especialistas estão tentando recriar a raça original usando outras, como o Appaloosa, mas até hoje ninguém conseguiu imitar o original.


Black Forest, o cavalo da floresta negra



Nativo da Alemanha o Black Forest recebeu esse nome por ter sido criado na região da floresta negra alemã lá no século XV, hoje em dia infelizmente ele está em risco de extinção.
A raça é usada em fazendas e também para puxar carroças, mas devido a sua bela crina ele também faz sucesso em shows e exibições. Mesmo sendo usado para serviços pesados ele não costuma passar dos 1,60 m.

Paint Horse, o cavalo de tinta





Paint Horse, ou cavalo pintado, ganhou esse nome por motivos óbvios, a raça é caracterizada por ser inteligente, musculosa, versátil, forte e atlética.
Criado nos E.U.A para exibições, todos os cavalos da raça vem com um pelo que combina a cor branca com outra cor, mas com cruzamentos especialmente selecionados é possível nascer um filhote completamente branco.

Andalusian, a mais antiga



O Andalusian é um antigo cavalo de guerra criado na Península Ibérica, acredita-se que esse seja o cavalo de sela mais antigo do mundo, antepassados da raça foram pintados em cavernas cerca de 30.000 A.C.
Hoje em dia ele é muito usado em competições por sua agilidade, beleza e inteligencia.

Zorse, o híbrido



Você provavelmente nunca vai ver um Zorse na sua vida, isso porque ele não é apenas um cavalo, ele é o filhote de um cavalo com uma zebra, sendo então um animal híbrido.
Assim como todos os híbridos o Zorse não pode se reproduzir fazendo dele literalmente um animal único, já que ninguém nunca vai fazer dois iguais.

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